
O processo HERITY, que decorre já noutros países e foi adoptado, também, pelo Comité de Património Mundial da UNESCO, é aplicável a museus, monumentos, edifícios religiosos, castelos, parques arqueológicos, bibliotecas, arquivos e às suas redes que estejam abertas ao público. Visa contribuir para um melhor equilíbrio entre as necessidades de usufruto dos bens culturais e as necessidades da sua conservação. É um sistema em que, pela primeira vez, se articulam os especialistas, as tutelas (que são os proprietários dos bens culturais) e o público.
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